A botnet Tengu emergiu em 2025 como uma das ameaças mais sofisticadas no cenário de ataques DDoS, com o CERT.br registrando um aumento significativo nos ataques atribuídos a ela. A Tengu, similar ao notório malware Mirai
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A botnet Dysphoria comprometeu cerca de 200.000 dispositivos globalmente em 2026, com empresas brasileiras de telecomunicações e finanças relatando tentativas de exploração. A botnet utiliza uma estrutura descentralizada
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O Google Gemini CLI tem sido explorado por cibercriminosos em 2026, com um ator de língua russa utilizando a ferramenta para gerenciar uma botnet de malware. A Trend Micro identificou que o Gemini CLI, projetado para fac
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A operação da NetNut e Popa Botnet, desmantelada em 2026, utilizava TVs e set-top boxes comprometidos para criar uma rede de proxies maliciosos. No Brasil, essa ameaça comprometeu dados pessoais e empresariais, destacand
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A CVE-2026-47302 é uma vulnerabilidade crítica no framework .NET, afetando versões 8, 9 e 10. Segundo o Microsoft Security Advisory, a falha está no processamento de XML, amplamente usado em aplicações .NET. No Brasil, o
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O TuxBot v3 representa uma nova geração de botnets IoT, utilizando Large Language Models (LLMs) para aprimorar sua eficácia. Segundo a análise da Unit 42, essa botnet IoT possui uma estrutura modular inovadora, não docum
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