Ninguém deseja se envolver em um ataque cibernético, seja profissionalmente ou pessoalmente. No entanto, um número crescente de indivíduos está a tornar-se vítima de tais ameaças online. Estes ataques não só estão se tornando mais frequentes como também mais graves, estando muitas vezes o elemento humano no centro deles.
A Forrester estima que 9 em cada 10 violações de dados este ano incluirão algum tipo de elemento humano que permite a tomada de informações, o roubo de dinheiro ou o comprometimento de identidades. Analisando a escala do problema, a SoSafe descobriu que 1 em cada 2 empresas sofreu um ataque cibernético bem-sucedido nos últimos três anos – e 64% avaliam o risco de cair em outro como alto. Estar envolvido em um incidente é cada vez mais a norma e não a exceção.
Por isso, separamos para vocês abaixo 10 estratégias baseadas na ciência do comportamento para gestão de riscos cibernéticos.
10 Estratégias Baseadas na Ciência do Comportamento para Gestão de Riscos Cibernéticos
- Análise de Riscos Comportamentais – Utilização da ciência do comportamento para entender e gerenciar riscos. Isso envolve a aplicação de heurísticas e a consideração de vieses cognitivos ao avaliar e comunicar riscos.
- Construção de Relacionamentos – Foco em construir e manter relacionamentos com stakeholders para obter suporte e comprometimento contínuo com as práticas de segurança.
- Menu de Riscos – Utilização de um menu de riscos em vez de um apetite de risco, permitindo uma abordagem mais específica e baseada em cenários para discutir e tratar riscos.
- Redução de Ambiguidade – Implementação de estratégias claras para reduzir a ambiguidade na comunicação e na implementação de medidas de mitigação de riscos.
- Comunicação de Riscos – Ajuste da comunicação de riscos para destacar benefícios para engajamento e perdas para obter suporte, melhorando a receptividade e a ação sobre as medidas de segurança propostas.
- Cultura de Segurança – Desenvolvimento de uma cultura de segurança consistente e comprometida, garantindo práticas de mudança contínuas e capacidade de adaptação às novas ameaças.
- Gerenciamento da Resistência – Preparação para resistência e reação contrária ao implementar novas políticas de segurança, entendendo as fontes de resistência e desenvolvendo estratégias para mitigá-las.
- Teoria da Inoculação – Utilização da teoria da inoculação para aumentar a resistência às ameaças cibernéticas, expondo os funcionários a formas leves de ataques ou argumentos de risco.
- Controles de Segurança em Eventos de Ciclo de Vida – Integração de práticas e controles de segurança em eventos chave do ciclo de vida, como novas contratações, mudanças de funções e desligamentos.
- Treinamento e Conscientização em Cibersegurança – Investimento em programas contínuos de treinamento e conscientização para todos os funcionários, garantindo que todos entendam e cumpram as políticas de segurança.
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